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sábado, 8 de setembro de 2018

Perdi o encanto!!!


Conversando hoje (08/09/2018), com a querida seminarista Fátima, disse que não gostava mais de cozinhar. Gostei um dia, quando minhas filhas eram vivas. Começava a preparar os ingredientes no sábado à tarde. No domingo de manhã, levantava costumeiramente à 5 horas para preparar tudo e deixar pronto para eu ir para a igreja, antes das 8 e meia, para a Escola Dominical. Depois que voltava da Escola Dominical preparava tudo da melhor maneira possível e servia à mesa. Era um grande prazer ver todos assentados saboreando o alimento preparado com muito amor. Pois é, perdi o encanto por cozinhar. Cozinho apenas, unicamente o que for necessário, de preparo rápido. Nada que ocupe meu tempo. Recorro também à comida comprada. Com essa conversa imaginei que podemos perder o encanto por coisas não essenciais. A comida é essencial, cozinhar não. Só se não tiver outra alternativa. Oro, com toda a minha alma para não perder o encanto pelas coisas essenciais da vida. Ajuda Senhor!!!

Obs: Dizem que não é para usarmos a palavra encanto, que vem de encantamento, que deriva de magia, porém, não conheço outra palavra que mais se assemelha ao que eu quero dizer com o texto.

Foto: Pesquisa no Google.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Eu e o meu cão!!!



Cada dia eu me apaixono mais pelo Yuri. Descobri que não é nada fácil cuidar de um cão, ainda mais de um filhote. Porém, como muitos já me disseram, vale a pena. De fato, tem valido a pena, por enquanto, pelo menos. Vejamos se vou dar conta. Meu sobrinho Natan o chama de Gagarin, porque é o sobrenome do primeiro homem que foi ao espaço, Yuri Gagarin. Mas, fiquei pensando que o apelido, ao invés de Gagarin, deveria ser Armistrong, mais feio, é fato. Porém seria a melhor forma de classificar o Yuri, pois Armistrong, em 20 de julho de 1969, chegou à Lua, a bordo da Apollo XI, juntamente com outros dois astronautas, Edwin Aldrin e Michael Collins. Gagarin deu apenas uma volta em órbita da Terra de uma hora e 48 minutos. Ter um cachorro era algo impensável, improvável para mim. Era como chegar à lua para o homem. Porém, nada é como sempre. As coisas definitivamente mudam. Decidi ter um cãozinho. Afinal, no dia 28 de agosto, de 2018, Yuri chega aos braços da inalcançável (por cachorros) Railda. A história continua. Ajuda Senhor!!!

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Brigar!? Pra quê brigar?


Ouvi a pergunta: - Pra quê brigar?, domingo passado (13/08/18), na classe da Escola Dominical da minha Igreja (Igreja Metodista no São Bernardo, Campinas, SP), feita pelo professor, Rodrigo de Camargo, um jovem senhor, pai de uma criança linda, a Lelê. Ele discursava sobre a necessidade da boa convivência com os pais, apesar da diferença de pensamento com os filhos. A sua tese era de que apesar de haver posicionamento contrário entre pais e filhos, estes não deveriam se indispor com seus pais, principalmente por obediência ao mandamento de Deus: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá” (Êxodo 20:12). A partir de sua tese eu comecei a pensar nas inúmeras brigas entre as pessoas, nos diversos relacionamentos humanos. Como diz o Natan Marinho, meu sobrinho de 18 anos, os relacionamentos são bons no começo, depois começam os desentendimentos; as brigas chegam, em maior ou menor escala. Conclui que as brigas podem até ser boas, em certa medida, para que os posicionamentos sejam colocados, a fim de quê se possa chegar a um bom acordo para ambas as partes, porém são totalmente desnecessárias. Se formos o suficientemente maduros, para termos paciência, compreensão, tolerância, diálogo, com a outra parte a briga deixará automaticamente de existir. Então, pra quê brigar? As brigas são o resultado terrível da nossa humanidade pecadora, ainda não tratada e curada pelo Espírito Santo, que nos é dado quando cremos em Jesus Cristo de Nazaré, aquele que foi crucificado, morto, sepultado, e ao terceiro dia, ressuscitou dentre os mortos, subiu aos céus, está assentado, à direita do Pai, de onde há de vir, para julgar os vivos e os mortos. Se formos cristãos, deveremos sê-lo de fato e de verdade, não andando segundo a carne, de onde as brigas surgem, mas devemos ser cheios do Espírito Santo, para produzirmos o fruto do Espírito, por meio dos qual, teremos uma vida santificada, limpa de todo mal, provavelmente sem briga alguma (conforme Gálatas 5:18 a 22). Seremos, então, pessoas do bem, da paz, da harmonia,  de bem com a vida e com nosso semelhante. A humanidade sem Deus é egoísta, pensa apenas em si, porém, a humanidade salva por Jesus, não deseja mais o mal, o rejeita em si e em tudo que o cerca. Louvo a Deus, pela vida do Rodrigo e de todos que não são da briga, mas da paz, da harmonia. Com toda a minha alma, oro para que sejamos capazes do diálogo, da convivência pacífica, a fim de crescermos na graça e no conhecimento de Cristo Jesus, nosso Salvador, aquele que vive e reina para sempre, para testemunho, honra e glória de Deus, Pai, Filho, Espírito Santo. AJUDA SENHOR!


Texto publicado no Jornal de Assis (15/08/2018).
Obrigada Senhor! 


terça-feira, 4 de setembro de 2018

Maravilha ou terror?

Yuri

Adquiri um cão Schnauzer semana passada (28/08/2018). Ele é de origem alemã, da família terrier; seu nome significa focinho. Sua função original era caçar ratos, mas, por ser um cão de caráter defensor, foi usado como cão de guarda durante a Primeira Guerra Mundial. Hoje, os de porte grande são usados pela polícia americana e alemã na busca de contrabando. Os de porte médio e pequeno (miniatura) foram cruzados com cães pinscher. O Yuri é miniatura. Fiquei muito feliz desde o primeiro dia que ele chegou. Os dias foram passando. Felicidade, alegria continuaram. Porém, com o trabalho e gasto que deu, conclui que as coisas não são tão boas assim. Faz uma grande bagunça na casa. Já disse que se me der muito trabalho vou dar para adoção. Vejamos como terminaremos essa história. De qualquer forma, dou graças a Deus, por essa criatura tão linda. Obrigada, Senhor!!!

Observação: Na foto acima ele está "destruindo" um tapete. 

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Fazes bem!?



A vida é um redemoinho de histórias, dramas e emoções, composta de atos, visíveis a todos, a alguns, ou não. O importante é saber que atos são esses. São atos bons ou não? Os bons valem a pena, sempre, ainda que a princípio não vejamos nenhuma recompensa por eles. Deus, falando com Caim, ensinou: “Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.” (Gênesis 4:7). Nestes dias, ouvi uma pregação do jovem Danilo Ciolfi, citando este versículo, e me pus a pensar. Por quantas vezes não dominamos os nossos desejos e por isso pecamos. Cometemos incontáveis erros quando não fazemos o bem. Fomos dominados pelos desejos da nossa velha criatura, não reformada pelo Espírito Santo. Igual ao apóstolo Paulo muitas vezes dizemos também: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.” (Rm 7:19). Triste realidade. Porém, da tristeza dos fatos, nasce o arrependimento, a possibilidade de mudança. Podemos conscientemente, vencermos nossos desejos e fazermos o bem, com a ajuda do Espírito Santo, que opera em nós, a imagem de Cristo, no lugar da imagem decaída de Adão. Fácil não é. Nos relacionamentos de todos os dias, somos tentados a agir pelos nossos desejos. Nossas fortes emoções nos levam a fazer o que não é certo. Não podemos ignorar isso, precisamos correr desse mal, com todas as nossas forças. Devemos levar à cruz todos os dias a nossa velha natureza, clamar pelo agir do Espírito Santo em nós, a fim de não nos movermos pela carne, mas sim por Ele, “(porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade)” (Efésios 5:9). Se tivermos em nós, a bondade, a justiça e a verdade, todos os nossos atos, serão atos do bem, seremos coroados pela consciência tranquila, pela aprovação de Deus. Com toda a minha alma, oro para nosso crescimento em fé, na graça e comunhão do Espírito Santo, a fim de sermos pessoas do bem, jamais do mal. Ajuda-nos Senhor!

Texto publicado no Jornal de Assis, Assis, SP, dia 25 de julho de 2018.
Obrigada, Senhor!!!

Foto: pesquisa Google.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Mentira!? Inacreditável!!!


Uma das doces lembranças que tenho da minha infância é a “mentira” que meu pai Realino (in memorian) fazia. Para mim, era dia de festa, quando ele ia com alegria para o fogão de lenha preparar essa deliciosa guloseima. Ele ria nos vendo comer o bolinho salgado, tão simples, que fazia. Quando meu pai faleceu eu era criança ainda. Depois de sua morte nunca mais comi mentira. Não sei por que, minha mãe não fazia. Cheguei perguntar para o meu irmão Jairo (in memorian) se ele se lembrava, se sabia quais eram os ingredientes, como fazia. Ele não soube responder. Coisa que estranhei, porque ele sempre se lembrava e sabia de tudo. Talvez, seja porque a mentira não era do agrado dele, como era do meu. Qual não foi minha satisfação nesses dias, ao estar vendo algo nos vídeos e vi lá: MENTIRA. Que surpresa agradável. Era a mentira dos meus sonhos. Era tarde, já estava na cama para dormir, porém, não resisti. Fui fazer a tal da mentira. Que delícia!!! Saboreei, vitoriosa, com saudade, alegria, a grande descoberta. Pelo meu pai, pela mentira que ele fazia, pela mentira que fiz, dou graças ao Pai. Obrigada Senhor!!!

Foto: Pesquisa google.

O antigo e o novo!!!



Comemorar um aniversário é sempre bom. Porém, depois dos sessenta já nos tornamos antigos. Isso vale para empresas, instituições e tudo mais. O desafio das empresas é continuar com seu público e fazer novos consumidores do seu produto, por exemplo. Assim, a questão acaba sendo saber lidar com o antigo e com o novo. Tudo dependerá do posicionamento. Vamos entregar os pontos? Já fiz tudo que tinha que fazer, entrego o bastão; ou tenho ainda muitas coisas para ver e fazer? A decisão é individual. No último domingo (24/06/18), na Igreja Metodista do São Bernardo, Campinas, SP, igreja onde sou pastora, ouvi a pregação da Revda. Kary Janaina Sales Borges, pastora da Igreja Metodista em Porto Ferreira, SP. Com ousadia ela nos chamou ao novo. A pregação dela foi baseada no Evangelho de Lucas (Lucas 1.57 a 65), onde conta a história de Ana e Zacarias. Os dois eram velhos, não podiam ter filhos, porém, por escolha de Deus, eles tiveram o filho João Batista, o qual anunciou que o Reino de Deus havia chegado na terra por meio de Jesus de Nazaré. Deus, por meio do antigo anunciou o novo. Com esse relato nos convidou a não desistir dos nossos sonhos, a sermos firmes e fortes. Deus nos fortalece, capacita, assim, como fortaleceu e capacitou Ana e Zacarias para serem usados no seu plano de salvação: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” A mesma Revda. Kary é um testemunho da salvação e do amor de Deus. É portadora de deficiência visual, negra, mulher. Quando bem jovem, após a sua conversão, o seu encontro com Deus, saiu de Rondonópolis (MT), para estudar em São Bernardo do Campo, SP, na Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. Por mais de cinco anos viajou sozinha, de ônibus, enfrentando todos os perigos das rodoviárias, de dia ou de noite, atendendo o chamado para o pastorado feito por Deus a ela. Uma noite, na Rodoviária de São José do Rio Preto, ela ouviu o Senhor lhe dizer que a protegeria dos perigos. Estudou, se bacharelou em Teologia. Deus cumpriu, está cumprindo e cumprirá sua promessa sempre na vida dela, pois é fiel. É uma linda pastora. Pela palavra, pela vida da Revda. Kary, dou graças ao Pai. Obrigada Senhor!

Texto publicado no Jornal de Assis, dia 27/06/2018.
Obrigada, Senhor!!!

domingo, 24 de junho de 2018

Amigos outra vez!!!



Uma vez, um irmão e amigo, me disse: há pessoas inimigas que um dia foram amigas. Estranhei o fato, pois nunca houvera pensado nisso. Lamentei profundamente. Hoje, muito tempo depois desse diálogo, cuja verdade foi confirmada após alguma observação, quase não tenho tido contato com esse irmão/amigo, por vários motivos. Não somos inimigos, porém, estamos em lados opostos, de pensamento e vida. Sábado passado (16/06/2018), nossa família, teve a tristeza de enterrar meu tio José Nogueira, a quem carinhosamente os sobrinhos chamavam de Tio Rosa, seu apelido. No seu velório havia amigos que haviam trabalhado com ele, amigos da vizinhança, além, dos familiares. Em conversa com a esposa de um dos vizinhos ela me disse que o esposo dela e meu tio caminhavam todos os dias juntos. Encerrou dizendo: - Vamos sentir muita falta dele. Isso me fez sentir honrada. Saber que um tio iria deixar saudade e fazer falta na vizinhança. O que fica de nós é o que fizemos, e o que levamos são as nossas obras, embora sejamos salvos pela graça. Assim, a amizade é um grande bem, que não deve ser esquecida, menos ainda deixada de lado. Desejo de todo o meu coração, que os inimigos façam as pazes, que os amigos estreitem cada dia mais o seu relacionamento, se for possível, se a distância o pensamento não os façam distantes um do outro. Há muito foi dito: “O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão.” (Provérbios 18:24). Prezar a amizade é prova de sabedoria. Oro, com todo o meu coração, para que tenhamos amizades sinceras, que não sejam desfeitas por nada, que amizades sejam restauradas, que tenhamos Jesus, como nosso maior amigo, pois Ele é capaz, de através de nós, mostrar amizade sincera aos que nos rodeiam. Ajuda Senhor!!!

Texto publicado no Jornal de Assis, dia 20 de junho de 2018,
Obrigada, Senhor!!!

Foto: Pesquisa Google.