quinta-feira, 5 de julho de 2018

Crer!?


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Eu creio! Crer é uma força poderosa, que quando não temos, sofremos mais. Crer não é garantia de ideal, porém, é certeza de melhoria. Quando não cremos, somos mais sofredores. A fé não nos isenta do sofrimento, porém nos assegura a força, a coragem para a luta, para a busca de soluções. Nos leva a uma confiança além do natural. Jesus, após muitos milagres que realizou dizia: a tua fé te salvou. Sem fé, é impossível agradar a Deus, é impossível sair da terra, para alcançar o céu. A incredulidade, nos deixa no raso, no superficial, enquanto, a fé nos eleva aos céus. A fé nos proporciona um oásis no deserto, água em terra seca. A fé nos faz chegar até Deus, crer na possibilidade do novo, da vitória, porque onde tem Deus, tem graça, tem amor, tem misericórdia. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, disse o profeta Jeremias (Lamentações 3:22), em um momento que estava se sentindo sem nenhuma esperança. Com esse pensamento, superou a dor, renovou a esperança. Sem fé, somos como mortos vivos. A vida fica sem objetivo. Para quê viver? É a pergunta que brota da alma incrédula, porque já lhe morreu a esperança. A fé nos capacita a suportar o sofrimento. A dor pode ser grande, porém, a certeza do agir de Deus, que renova todas as coisas nos faz olhar pra frente, continuar a caminhada, apesar da pedra no caminho. Os obstáculos não são maiores que Deus. Uma vez, Jesus, respondendo ao apóstolo Pedro disse: “... Tende fé em Deus;” (Marcos 11:22). Jesus é o Mestre por excelência, o Mestre dos mestres. Seu ensino é determinante para nós, seus discípulos. Todo seu ensinamento é verdade absoluta. Ele próprio é a Verdade. A incredulidade é uma grande arma do inimigo contra nós. Ele sabe, que sem fé, nossa vida está fadada ao fracasso. Com toda a minha alma eu clamo ao Pai, para aumentar a nossa fé, com ela venceremos tudo. Ajuda Senhor.

Texto publicado no Jornal de Assis no dia 04/07/2018.
Obrigada, Senhor!!!

Foto: Pesquisa Google.

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Mentira!? Inacreditável!!!


Uma das doces lembranças que tenho da minha infância é a “mentira” que meu pai Realino (in memorian) fazia. Para mim, era dia de festa, quando ele ia com alegria para o fogão de lenha preparar essa deliciosa guloseima. Ele ria nos vendo comer o bolinho salgado, tão simples, que fazia. Quando meu pai faleceu eu era criança ainda. Depois de sua morte nunca mais comi mentira. Não sei por que, minha mãe não fazia. Cheguei perguntar para o meu irmão Jairo (in memorian) se ele se lembrava, se sabia quais eram os ingredientes, como fazia. Ele não soube responder. Coisa que estranhei, porque ele sempre se lembrava e sabia de tudo. Talvez, seja porque a mentira não era do agrado dele, como era do meu. Qual não foi minha satisfação nesses dias, ao estar vendo algo nos vídeos e vi lá: MENTIRA. Que surpresa agradável. Era a mentira dos meus sonhos. Era tarde, já estava na cama para dormir, porém, não resisti. Fui fazer a tal da mentira. Que delícia!!! Saboreei, vitoriosa, com saudade, alegria, a grande descoberta. Pelo meu pai, pela mentira que ele fazia, pela mentira que fiz, dou graças ao Pai. Obrigada Senhor!!!

Foto: Pesquisa google.

O antigo e o novo!!!



Comemorar um aniversário é sempre bom. Porém, depois dos sessenta já nos tornamos antigos. Isso vale para empresas, instituições e tudo mais. O desafio das empresas é continuar com seu público e fazer novos consumidores do seu produto, por exemplo. Assim, a questão acaba sendo saber lidar com o antigo e com o novo. Tudo dependerá do posicionamento. Vamos entregar os pontos? Já fiz tudo que tinha que fazer, entrego o bastão; ou tenho ainda muitas coisas para ver e fazer? A decisão é individual. No último domingo (24/06/18), na Igreja Metodista do São Bernardo, Campinas, SP, igreja onde sou pastora, ouvi a pregação da Revda. Kary Janaina Sales Borges, pastora da Igreja Metodista em Porto Ferreira, SP. Com ousadia ela nos chamou ao novo. A pregação dela foi baseada no Evangelho de Lucas (Lucas 1.57 a 65), onde conta a história de Ana e Zacarias. Os dois eram velhos, não podiam ter filhos, porém, por escolha de Deus, eles tiveram o filho João Batista, o qual anunciou que o Reino de Deus havia chegado na terra por meio de Jesus de Nazaré. Deus, por meio do antigo anunciou o novo. Com esse relato nos convidou a não desistir dos nossos sonhos, a sermos firmes e fortes. Deus nos fortalece, capacita, assim, como fortaleceu e capacitou Ana e Zacarias para serem usados no seu plano de salvação: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” A mesma Revda. Kary é um testemunho da salvação e do amor de Deus. É portadora de deficiência visual, negra, mulher. Quando bem jovem, após a sua conversão, o seu encontro com Deus, saiu de Rondonópolis (MT), para estudar em São Bernardo do Campo, SP, na Faculdade de Teologia da Igreja Metodista. Por mais de cinco anos viajou sozinha, de ônibus, enfrentando todos os perigos das rodoviárias, de dia ou de noite, atendendo o chamado para o pastorado feito por Deus a ela. Uma noite, na Rodoviária de São José do Rio Preto, ela ouviu o Senhor lhe dizer que a protegeria dos perigos. Estudou, se bacharelou em Teologia. Deus cumpriu, está cumprindo e cumprirá sua promessa sempre na vida dela, pois é fiel. É uma linda pastora. Pela palavra, pela vida da Revda. Kary, dou graças ao Pai. Obrigada Senhor!

Texto publicado no Jornal de Assis, dia 27/06/2018.
Obrigada, Senhor!!!

domingo, 24 de junho de 2018

Amigos outra vez!!!



Uma vez, um irmão e amigo, me disse: há pessoas inimigas que um dia foram amigas. Estranhei o fato, pois nunca houvera pensado nisso. Lamentei profundamente. Hoje, muito tempo depois desse diálogo, cuja verdade foi confirmada após alguma observação, quase não tenho tido contato com esse irmão/amigo, por vários motivos. Não somos inimigos, porém, estamos em lados opostos, de pensamento e vida. Sábado passado (16/06/2018), nossa família, teve a tristeza de enterrar meu tio José Nogueira, a quem carinhosamente os sobrinhos chamavam de Tio Rosa, seu apelido. No seu velório havia amigos que haviam trabalhado com ele, amigos da vizinhança, além, dos familiares. Em conversa com a esposa de um dos vizinhos ela me disse que o esposo dela e meu tio caminhavam todos os dias juntos. Encerrou dizendo: - Vamos sentir muita falta dele. Isso me fez sentir honrada. Saber que um tio iria deixar saudade e fazer falta na vizinhança. O que fica de nós é o que fizemos, e o que levamos são as nossas obras, embora sejamos salvos pela graça. Assim, a amizade é um grande bem, que não deve ser esquecida, menos ainda deixada de lado. Desejo de todo o meu coração, que os inimigos façam as pazes, que os amigos estreitem cada dia mais o seu relacionamento, se for possível, se a distância o pensamento não os façam distantes um do outro. Há muito foi dito: “O homem de muitos amigos deve mostrar-se amigável, mas há um amigo mais chegado do que um irmão.” (Provérbios 18:24). Prezar a amizade é prova de sabedoria. Oro, com todo o meu coração, para que tenhamos amizades sinceras, que não sejam desfeitas por nada, que amizades sejam restauradas, que tenhamos Jesus, como nosso maior amigo, pois Ele é capaz, de através de nós, mostrar amizade sincera aos que nos rodeiam. Ajuda Senhor!!!

Texto publicado no Jornal de Assis, dia 20 de junho de 2018,
Obrigada, Senhor!!!

Foto: Pesquisa Google.