

“Os ideais que iluminaram meu caminho e sempre me deram coragem para enfrentar a vida com alegria foram a verdade, a bondade e a beleza.”
"Porque Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas. Glória pois a Ele, eternamente. Amém." Rm 11. 36
Uma bela manhã ensolarada o Eterno nos concedeu hoje. Contemplamos o céu azul e os prados verdejantes na viagem que eu, a Ligia e o Marcos fizemos para Marília, a fim de participarmos do Seminário Distrital de Administração Patrimonial e Financeira da Igreja. Passamos por Echaporã, uma cidadezinha do nosso caminho, cujo nome significa Bela Vista, disse-nos o Marcos. Confirmamos a veracidade do nome no vislumbre do trajeto e glorificamos ao nosso criador. Com inteligência Ele criou a terra e nos presenteou. Pena que, ao invés de zelarmos bem do nosso legado, apenas usufruímos, sem zelo e nem dó. O apóstolo Paulo diz que a natureza sofre dores de parto esperando a sua redenção (Rm 8: 19 a 22). Mas não quero falar de tristeza, quero falar da alegria da comunhão, de rever e estar com os irmãos. Reencontrei irmãos queridos que a muito não encontrava. Pude abraçá-los carinhosamente. Digo sempre que o melhor da vida é a harmonia entre os irmãos e o pior a desarmonia. Não tenho medo de errar ao dizer que o inimigo trabalha arduamente para colocar irmão contra irmão. Devemos nos levantar urgentemente numa luta espiritual contra o mal e profetizarmos o amor, a paz entre nós. Por favor, Espírito Santo nos ajude neste quesito, em nome de Jesus.
"Ó Deus, nós te damos graças por este universo, nosso lar; pela sua vastidão e riqueza, pela exuberância da vida que o enche e da qual somos parte." Rubem Alves
Tenho em casa plantas que minha mãe e minha irmã plantaram. Minha mãe morreu, minha irmã foi morar em Bertioga, SP. - E agora, o que eu faço com estas plantas? Eu me perguntei. Acho que vou ter que colocar na minha agenda de trabalho cuidar de plantação também, eu conclui. Penso que por amor à minha mãe e à minha consciência devo dar uma atenção especial às samambaias, antúrios, orquídeas e outras herdadas. Confesso que não tenho muito tempo para fazer isso, mas não tenho outra alternativa. Cheguei a pensar em colocá-las na calçada de frente de casa para quem quisesse e pudesse levar embora, mas não tive coragem. Quando me lembrei da mamãe, do seu amor, cuidado para com elas, desisti, não tive coragem. Então, agora tenho mais uma ocupação, jardinar. Rubem Alves ama fazer isso, jarginagem é seu hobby predileto, o meu não. Mas agora espero adquirir o mesmo gosto que minha mãe tinha. O Eterno me ajudará, com certeza.
"Quando as palavras fogem, as flores falam."
Bruce W. Currie
De tanto dizer: “isto é maquiavélico” quis conhecer o pensamento de Maquiavel. Ontem comprei e comecei a ler A Arte da Guerra, escrito por Niccolò Machiavelli em 1519-1520. Confesso que a princípio o que me entusiasmou foi poder descobrir a razão do ditado já citado. Porém, quando comecei a ler descobri que ele era homem temente a Deus e de interesse nas virtudes humanas, que defendia a guerra para a manutenção da ordem, da paz, da justiça, pois citando Tito Lívio concordava que: “Justas, pois, são as guerras necessárias, e piedosas as armas quando só nelas há esperança.” Isto então me faz pensar que as coisas que digo que são maquiavélicas, não o são na maioria das vezes, ao contrário, foi contra elas que Maquiavel se colocou e destinou sua verve. Bem, isto é uma primeira impressão, estou no começo do livro, posso estar enganada. Se alguém me ler e conhecer melhor o pensamento maquiaveliano – é assim o termo usado no livro – e não concordar comigo, por favor, queira me comunicar através de comentário do texto, disponível ao leitor, abaixo. Não estou aqui em defesa da guerra, coisa que abomino, nem em defesa de Maquiavel, estou apenas comentando minha ocupação em leitura no momento. Quero conhecer, descobrir, julgar a partir do conhecimento. Porém, concordo plenamente com ele quando elucida que “o cuidado com a segurança é central e crítico para a vida civil, de sorte que, deixado de lado, a conseqüência inevitável será a ruína das cidades imprudentes... Um povo e uma cidade livres são uma cidade e um povo armados.” (pg. 11). Trazendo o pensamento maquiaveliano para a vida espiritual podemos dizer que os cristãos devem estar armados até os dentes contra o inimigo, Satanás, nosso adversário. O apóstolo Paulo deixa isto claro e evidente em Efésios 6: 14 a 17: “Portanto, estejam preparados. Usem a verdade como cinturão. Vistam-se com a couraça da justiça e calcem, como sapatos, a prontidão para anunciar a boa notícia de paz. E levem sempre a fé como escudo, para poderem se proteger de todos os dardos de fogo do Maligno. Recebam a salvação como capacete e a palavra de Deus como a espada que o Espírito Santo lhes dá.” Armados com a armadura de Deus, o mais potente arsenal bélico, sob o comando do nosso Senhor - o nosso general é Cristo -, venceremos, pois “somos mais que vencedores por meio daquele que nos amou”( Romanos 8: 37)
Praia Riviera em Bertioga, SP
Eu e o Natan na piscina do Condomínio
"Às vezes a dor nos faz chorar, nos faz sofrer, nos faz querer parar de viver, até que algo toque nosso coração, algo simples como a beleza de um por do sol, a magnitude de uma noite estrelada, a simplicidade de uma brisa batendo em nosso rosto, é a força da natureza nos chamando para a vida.”
François de Bitencourt
Na semana passada etivemos reunidos na UNIMEP - Universidade Metodista de Piracicaba, no Campus Taquaral, com a Comissáo de Bolsas da Quinta Região Eclesiástica. Eu, Kátia, Pr. Julio Guevara e Pr. Tarcisio. Foram momentos de muito trabalho, porém agradáveis e de comunhão. Revimos pessoas muito queridas. Não posso citar algum nome e esquecer outros, então optei por nào citar nenhum, para não cometer injustiçá. Me perdoem, o espaçó aqui é pequeno. Fiquei hospedada na Fazendinha. Um lugar lindo, aconchegante, bonito. Pena que só fui lá para dormir. Gostaria de ter passado horas de descanso ali, usufruindo da beleza e quietude do local.