quarta-feira, 31 de julho de 2013

Viver o hoje com esperança!

"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará." Salmos 37. 5.

É nossa responsabilidade colocar nosso coração e empenho no dia de hoje. Não é bom viver com nostalgia, pensando no ontem e ansiosos pelo que ocorrerá no amanhã, contudo, devemos ter alegria e gratidão pelo que passou, por tudo que já vivemos e ter esperança de um novo tempo a ser vivido sob a graça e direção de Deus. O passado está presente em nossa memória e o futuro presente em nossa esperança. A nossa vida deve estar, passado, presente e futuro, nas mãos de Deus. O salmista nos ensina: "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará." (Salmos 37. 5). Vivemos em segurança, não tememos o amanhã, quando entregamos ao Senhor o nosso caminho. É triste, quando nossos corações estão ansiosos, com medo do futuro. Um medo razoável é autodefesa, opera cuidado, zelo, planejamento, mas um medo exacerbado é patológico, gera tristeza insuportável, doenças, depressão. Quando, confiamos integralmente em Deus, não tememos o futuro, o amanhã está em suas mãos. Nossos problemas Ele resolverá, nada será capaz de abalar-nos. O Salmo 23 é um bom exemplo do cuidado do Eterno para conosco, diz: "O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará. Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranquilas. Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome. Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda. Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias." Quando, vivemos com fé, temos experiências pessoais que comprovam o agir de Deus em nossa história. Houveram muitos momentos de ansiedade, tristeza, desconforto no nosso passado, os quais nos fizeram dobrar nossos joelhos e buscarmos a Deus. Ele ouviu as nossas orações e nos ajudou, nos capacitou, nos ensinou e nós vencemos, por isso, chegamos até aqui, fortalecidos, abençoados. Com base nos acontecimentos vividos, nos textos bíblicos, crendo nas promessas de Deus, podemos olhar para o amanhã com esperança, sem preocupação, ansiedade ou medo. Jesus nos diz: "Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal." (Mateus 6:33-34). A esperança de um amanhã, cheio do amor e cuidado do Deus Pai, nos dá ânimo no dia de hoje, nosso presente. Oro, para os nossos corações se encherem de esperança e da certeza de que nada nos faltará. Ajuda, Senhor!!!

Texto publicado hoje no Jornal de Assis.
Obrigada, Senhor!

terça-feira, 30 de julho de 2013

A fé opera maravilhas

"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem." Hebreus 11:1.

O Grupo de Louvor de nossa igreja canta a música Meu Barquinho, de Giselli Cristina; eu e os irmãos metodistas gostamos muito. A letra é a seguinte: "O vento balançou, meu barco em alto mar O medo me cercou e quis me afogar Mas então eu clamei, ao filho de Davi Ele me escutou, por isso estou aqui O vento Ele Acalmou, O Medo Repreendeu Quando Ele Ordenou, O mar obedeceu. Não temo mais o mar, pois firme está minha fé No meu barquinho está, Jesus de Nazaré Se o medo me cercar, ou se o vento soprar Seu nome eu clamarei, Ele me guardará. Não temo mais o mar, pois firme está minha fé No meu barquinho está, Jesus de Nazaré. Se o medo me cercar, ou se o vento soprar Seu nome eu clamarei, Ele me socorrerá". A música é um testemunho de fé de alguém que buscou a Deus em um momento de dificuldade e foi socorrida. É inspirada e embasada no texto bíblico que conta a história dos discípulos de Jesus em alto mar, quando uma tempestade lhes sobreveio, quase os matando, mas Jesus parou as ondas, repreendeu o vento e salvou a todos. Foi tão tremendo que disseram: quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem? (Mc 4. 37-41). Albert Eisten disse: "Há duas formas para viver a sua vida: Uma é acreditar que não existe milagre. A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre." Sábias palavras! Na letra da música o barco tipifica a nossa vida, o vento, as dificuldades que passamos. Eu posso fazer dessa música o meu testemunho de vida. Foram várias as vezes que passei por situações difíceis, busquei a Deus e Ele me ouviu. Pessoalmente, não sei viver sem oração, sem buscar a Deus. Alguns dizem que os crentes são fracos, pobres, por isso creem em Deus. Isso é preconceito, porém, não me importo que digam isso, sou pobre e fraca mesmo, reconheço. Mas, não posso imaginar minha vida sem fé, não sei como viver sem crer em Deus. Um dia, alguém que estava para morrer e tinha sido um cristão muito sincero e trabalhador na igreja me perguntou: Railda, se o que nós cremos e pregamos não for verdade? Eu respondi: Não importa, pois a nossa fé só nos fez bem, não mal, e ainda nos levou a lutar por um mundo melhor, para dar às pessoas melhores condições de vida. Não temos nada que nos arrepender. Essas palavras o sossegou. Eu creio, sinceramente, que o Evangelho é a verdade, que Jesus Cristo realmente é o Filho de Deus que veio ao mundo para nos perdoar de nossos pecados, quando arrependemos, nos salvar, libertar de todo mal, para nos dar vida, em abundância na terra (João 10.10) e vida eterna  no céu (João 3. 16). Sou feliz porque creio, pela fé eu vivo. Oro, com meu coração, para Deus operar fé genuína em nossos corações, pois ela nos ajuda a vencermos tudo. Ajuda, Senhor!  

Texto publicado no Jornal de Assis no dia 24/07/2013.
Obrigada, Senhor!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

A vida que segue!!!

"Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele." 1 Coríntios 8.6.

Eu, Dr. Wander, 3º da esq. para a direita e demais alunos.

Terminamos a semana passada o Curso de Mestrado em Missiologia, iniciado em julho de 2011. Foi realizado pelo Seminário Presbiteriano Renovado de Cianorte, PR, e MISPA - Missão Priscila e Áquila, Assis, SP. Foram ótimas nossas últimas aulas, da disciplina História do Movimento Missionário. O professor, Dr. Wander de Lara Proença, da Faculdade Teológica Sul Americana, Londrina, PR, nos ensinou sobremaneira. Foi muito estimulante; concluí que realmente vale a pena viver e sofrer por amor a Cristo. Deus seja muito louvado! Agora, é só seguir em frente, amando e servindo ao Pai. Agradeço ao Eterno por tudo. Obrigada, Senhor!!!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Melhor do que antes!!!

"Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o SENHOR; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais." Jr 29. 11.

Às vezes, as coisas estão muito ruins em nossas vidas. Não sabemos como fazer para melhorar. Mas, com oração, esforço, decisões arrojadas, podemos mudar a nossa história. Devemos sempre fazer algo que está ao nosso alcance para melhorar. Porém, o principal de tudo é confiar em Deus. Entregar inteiramente nossas vidas a Ele, depender Dele para tudo. Não podemos, em hipótese alguma, desejarmos algo novo e melhor para nós sem considerarmos o amor e o cuidado Dele para conosco. O Profeta Jeremias é o profeta chamado de chorão porque muito sofreu, individual e coletivamente, com o Cativeiro de Judá (Exílio na Babilônia  598-537 aC). Ele advertiu o povo quanto ao Juízo iminente de Deus, e insistiu para que se voltasse ao Senhor e endireitasse suas veredas, pois o Senhor ainda o amava ternamente. Declarou sua confiança no Deus que é sempre fiel e mostrou ao povo de Israel e a nós, que Deus manterá seu relacionamento conosco, basta que o queiramos. Ao colocar em primeiro plano os valores espirituais, tendo um relacionamento íntimo com o Senhor, podemos esperar e ter um novo tempo, muito melhor do que antes. Muitas vezes, em sua longa carreira, Jeremias ficou desanimado e necessitou a confirmação do apoio de Deus, mas, mesmo em adversidade, não deixou de invocar ao Senhor (Jr 20:7-13). Como Jeremias, às vezes, estamos muito tristes e desanimados, mas, como ele, devemos esperar no Senhor porque as suas misericórdias não tem fim, renovam-se a cada manhã (As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim. Lamentações 3.22). Que nossos corações sejam cheios do amor do Pai, toda tristeza, desânimo, caia por terra, em nome de Jesus; a esperança renasça em nossos corações e Sua Luz brilhe em nós, para sempre. 

Chuvas de bençãos!!!

"Então darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhais o vosso grão, e o vosso mosto e o vosso azeite." Dt 11.14.


Sempre gostei muito de chuva, especialmente como a de hoje, que está caindo mansamente aqui em Assis, SP. Estou na minha sala trabalhando e ouvindo-a bater no telhado. Me lembro, a delícia que era quando íamos à Fazenda Ponte Alta, município de Altair, SP, na casa dos nossos avós, Juca Marinho e Laudelina. Ficávamos dentro de casa, normalmente na cozinha grande, em volta do fogão de lenha. Depois que a chuva passava, saíamos para fora, nós e todo o resto, cachorros, galinhas, etc. Os pintinhos saiam de debaixo das asas das galinhas chocas e ciscavam o terreiro procurando comida. Era tudo muito lindo. Também me lembro da Da. Juliana, na Igreja Metodista em Nova Granada, SP, sempre que chovia ela pedia para cantar o hino Chuvas de Bençãos.  Sou grata a Deus pela chuva gostosa e pela recordação. Doce chuva, com doces lembranças. Obrigada, Senhor!!!

Foto: Pesquisa Google.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Uma casa bonita!

"Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Salmos 127:1

Qual é o valor de uma casa? Deve ser avaliada pelos seus móveis, sua guarnição, localidade?  Quando criança, nossa família morava em uma casa pequena e simples, nos fundos da Igreja Metodista em Nova Granada, SP, porque minha mãe zelava do prédio. Meu irmão Jairo era muito inteligente, o melhor aluno da classe, talvez da escola. Seus amigos iam em casa para estudarem com ele. Eu não gostava muito, pois considerava nossa casa inferior à deles e não achava legal que soubessem, dizia: não os tragam aqui. Era uma bobagem, uma tolice infantil, que hoje lamento. Me alegro em lembrar que o Jairo e minha irmã Vanilda, não se importavam com isso, ao contrário, levavam seus colegas lá em casa, estudavam, faziam os trabalhos de grupo, brincavam, tomavam café,  comiam qualquer coisa e ficavam muito bem, na boa, como se diz hoje em dia. Crescemos, estudamos, trabalhamos e fomos "melhorando" nossa casa. Depois casei, tive a casa bonita que sempre quis ter. Porém, aprendi que o que vale não são os móveis, as guarnições, o luxo ou a localização, mas é o bom relacionamento, a presença de Deus, o amor à Cristo, o Evangelho presente no dia-a-dia, os mandamentos sendo cumpridos, a unidade familiar. Precisamos apenas de um lugar para nos abrigarmos do frio, do calor, da chuva, das intempéries; tendo um agradável recolhimento, após o cansaço do trabalho. Luxo algum valerá a pena se não houver amor, carinho, respeito entre os moradores. Uma casa pode ser um céu ou um inferno, dependendo de quem a ocupa e não dos bens que agrega. Lembro-me de um hino que diz mais ou menos assim: "bem pouco importa eu habitar em alto monte ou à beira- mar, tudo é céu para mim". Já visitei pessoas que moravam em verdadeiras mansões, com carros de última geração, no entanto, seus corações estavam esmagados. O relacionamento familiar era desgastante, não tinha jeito de lar. Já fui a locais paupérrimos, onde o amor e a alegria reinavam. Em missão na Zâmbia, África, estive em casas muito mais pobres que as que entrei no Brasil e os moradores estavam deveras felizes. É a pessoa que faz o lugar, não o lugar que faz a pessoa. Uma vez, fui visitar uma senhora muito rica que havia começado ir à nossa igreja em Penápolis, SP. Ela estava em depressão profunda. Sua casa ficava no bairro mais nobre da cidade, tinha piscina, casa para empregados, pomar, horta e jardim. Me disse: "não tenho graça em nada". O seu dinheiro e luxo não lhe davam motivação para a vida. Falei para ela da salvação em Cristo, do amor de Jesus e após orarmos, fui embora, feliz, com minha conta bancária no zero, cantando alegremente louvores ao Eterno, dentro do meu carro "velho", uma Belina 77, cor de abóbora, o Cenourão, como era chamado e conhecido. Não faço apologia à pobreza, condeno veementemente o sistema capitalista (capetalista), o que faço é uma constatação da verdade, nossos lares dependem da nossa vida com Deus, do nosso espírito, não do nosso dinheiro. Que nossas casas, sejam lugares de acolhimento e comunhão, para a alegria nossa e de demais. Ajuda, Senhor!


Texto publicado hoje, no Jornal de Assis, SP.

Obrigada, Senhor!!!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

A vida, de fé em fé.

"O meu Deus enviou o seu anjo, que fechou a boca dos leões. Eles não me fizeram mal algum  ..." Dn 6. 22a

Outro dia, uma amiga, irmã em Cristo, disse que não mata um leão por dia, mas um zoológico. Foi motivo de riso e descontração. São muitas as dificuldades, as lutas que diariamente ela tem que enfrentar, devido ao cargo público que ocupa, porém não desanima, continua o seu trabalho incansavelmente. Ela ora, pede a ajuda de Deus, Ele a ouve e ajuda a vencer. Isso foi motivo de alegria e incentivo para mim. Muitas vezes, não queremos matar nenhum leão, muito menos um zoológico. Porém, temos responsabilidades, precisamos dar conta do recado.  A vida exige muito de nós. É bom crer, é bom saber o poder da oração. Daniel era um homem de oração, temente e fiel a Deus, por esse motivo, foi colocado pelos seus inimigos na cova dos leões, mas o Senhor o libertou e ele testemunhou ao rei Dario: "O meu Deus enviou o seu anjo, que fechou a boca dos leões. Eles não me fizeram mal algum ..." (Dn 6. 22a). O rei reconheceu o poder do Deus de Daniel e por decreto ordenou que fosse adorado em todo o seu reino. Com isso, Daniel prosperou durante o reinado de Dario e do rei seguinte, Ciro, o Persa (Dn 6. 28).  É assim conosco também, não estamos isentos das jaulas, dos problemas, porém, de fé em fé, vamos vivendo, dando graças por tudo, sabendo que o Pai está conosco, às vezes nos carregando no colo. Como Daniel testemunhou a graça e o poder de Deus naqueles dias, nós testemunhamos hoje também, pois temos um Deus que como disse o rei Dario: "livra e salva; faz sinais e maravilhas nos céus e na terra" (Dn 6. 27). Aleluia!

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Grande homem, grande mulher!

"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim." Gálatas 2. 20.

Às vezes, ouvimos dizer, que alguém é um grande homem ou uma grande mulher. Me pergunto: O que faz um homem e uma mulher serem grandes? Sir Winston Churchill, primeiro ministro do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, primeiro-ministro britânico por duas vezes (1940-1945 e 1951-55), disse que "todas as grandes coisas são simples, e muitas podem ser expressas em palavras simples: liberdade, justiça, honra, dever, misericórdia, esperança." Considerando esse pensamento, concluo, que são grandes as pessoas que fazem grandes coisas, ou seja, prezam a liberdade, a justiça, a honra, o dever, a misericórdia e a esperança. Gostaria muito que a grande maioria da humanidade, uma vez que a totalidade seria impossível, tivesse a mesma visão de Churchill e por ela direcionasse seus atos. Ah! Que mundo maravilhoso teríamos! Homens, livres do mal, amantes da liberdade, da justiça e da honra, seriam cumpridores dos seus deveres. A misericórdia seria o critério para as relações humanas. A esperança moveria o mundo. Ah! Utopia, doce utopia! Estamos tão longe dessa quimera. Mas, ainda é possível sonhar, crer na conversão dos homens, pois, apenas com a conversão humana será possível que estes valores estejam agregados à sociedade. Apenas, os homens e mulheres que se cansaram do mal, desejarão uma mudança radical de vida, possível somente com uma conversão operada através do Espírito Santo pela fé, em Jesus Cristo de Nazaré. Estes valores são valores eternos, valores do Reino de Deus, longe da realidade humana, capazes de serem agregados ao dia-a-dia, unicamente pela ação do Espírito Santo em nossos corações. O apóstolo Paulo, após sua conversão disse: "vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim" (Gl 2.20). Antes, um perseguidor da Igreja, depois, um mártir do Evangelho. Quem de fato se converteu a Cristo,  ama a liberdade, a justiça, a honra, o dever, a misericórdia e a esperança acima de tudo. Um conhecido meu de Penápolis, SP, uma vez me disse:  o mundo só não está pior por causa dos cristãos sinceros. Concordo, mas acrescento: o mundo só não está melhor por falta de homens e mulheres convertidos de coração a Cristo, sinceramente. Talvez, haja muitos cristãos nominais, que de cristãos só têm o nome, não primam por estes valores, até ao contrário, vivem em não conformidade com eles. Poderiam ser chamados de religiosos do cristianismo, mas não discípulos de Jesus Cristo. Um seguidor de Jesus, chamado cristão, tem que ser um convertido de fato, um discípulo que faz o que ensinou o Mestre, como uma grande mulher da qual nos despedimos ontem, uma cristã sincera e exemplar, Moralina Paulista Silva (89). Louvamos a Deus por sua vida, tão querida, tão preciosa, que demonstrou amor e carinho até seus momentos finais. Viverá para sempre em nossos corações.

Texto publicado hoje, no Jornal de Assis, SP.

Obrigada, Senhor!!!